Dark Mode Light Mode

Keep Up to Date with the Most Important News

By pressing the Subscribe button, you confirm that you have read and are agreeing to our Privacy Policy and Terms of Use
Siga-nos
Siga-nos

Keep Up to Date with the Most Important News

By pressing the Subscribe button, you confirm that you have read and are agreeing to our Privacy Policy and Terms of Use

Justiça de Alagoas condena Hapvida por exame que teria causado perda da virgindade de paciente

A Justiça de Alagoas condenou a operadora de saúde Hapvida, uma clínica e dois médicos ao pagamento de uma indenização de R$ 80 mil por danos morais a uma paciente que alega ter perdido a virgindade durante a realização de um exame de ultrassom transvaginal.

O caso

O episódio ocorreu em 2021, quando a paciente, então com 19 anos, procurou atendimento de emergência no hospital da operadora. Segundo o relato, ela informou à médica responsável que era virgem, mas, ainda assim, foi encaminhada para um exame transvaginal. O procedimento teria resultado na ruptura do hímen, causando grande abalo emocional e psicológico à jovem.

Publicidade

Na decisão, a Justiça considerou que houve negligência e imprudência no atendimento médico, apontando que o exame foi invasivo e desnecessário para o quadro apresentado pela paciente.

Defesa dos médicos e da Hapvida

A defesa da ginecologista responsável argumentou que a profissional seguiu os protocolos médicos adequados à queixa da paciente. Além disso, um laudo do Instituto Médico Legal (IML), realizado horas após o exame, atestou que o hímen da jovem permanecia intacto, indicando que não houve perda da virgindade.

A Hapvida, por sua vez, declarou que prioriza a saúde e o bem-estar dos pacientes e informou que o caso segue sob segredo de Justiça.

Decisão judicial

Apesar da argumentação da defesa, a Justiça concluiu que o atendimento médico foi inadequado e que a paciente sofreu danos físicos e emocionais devido ao exame. Por isso, determinou o pagamento da indenização, responsabilizando a operadora de saúde, a clínica e os profissionais envolvidos.

A repercussão do caso gerou debates sobre a importância do consentimento e da comunicação clara entre médicos e pacientes na realização de exames sensíveis.

Fonte: Folha de S.Paulo

Redação

Keep Up to Date with the Most Important News

By pressing the Subscribe button, you confirm that you have read and are agreeing to our Privacy Policy and Terms of Use
Add a comment Add a comment

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Previous Post

Casarão Olhos D`Água é palco da primeira reunião da Academia Feirense de Letras em 2025

Next Post

A diminuição do cacau nos chocolates: O impacto na qualidade e sabor

Publicidade