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Nunes Marques flexibiliza transporte de eleitores tradicionais

Mudança de entendimento do TSE ocorreu na véspera do segundo turno das eleições deste domingo
Nunes Marques revê decisão e flexibiliza transporte de indígenas e quilombolas no segundo turno Nunes Marques revê decisão e flexibiliza transporte de indígenas e quilombolas no segundo turno

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, voltou atrás parcialmente neste sábado (24) e flexibilizou as regras para o uso de veículos e embarcações de órgãos federais no transporte de eleitores indígenas, quilombolas e de outras comunidades tradicionais no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25).

Como funcionava a restrição anterior Na sexta-feira (23), o ministro havia barrado a liberação geral do transporte mediante simples comunicação dos itinerários. A decisão inicial exigia autorização expressa e individualizada da Justiça Eleitoral para cada veículo. Com a revisão, os juízes eleitorais podem aprovar várias operações de uma só vez, desde que recebam previamente os dados necessários. A medida, portanto, não libera o transporte de forma automática.

Envio de dados pela Advocacia-Geral da União A Advocacia-Geral da União (AGU) ficou responsável por enviar aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), ainda no sábado, listas organizadas por zona eleitoral. Os documentos devem informar os veículos e as embarcações disponíveis, os responsáveis pela condução, os itinerários, os pontos de embarque, os horários e a quantidade de eleitores atendidos.

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Prazos e deliberação da Justiça Eleitoral As informações podem ser complementadas até o início da votação. Depois de receber os documentos, cada juiz eleitoral tem até duas horas para analisar e autorizar, em uma única decisão, as operações previstas para sua zona. A mudança busca simplificar a análise dos pedidos sem retirar da Justiça Eleitoral o controle sobre o transporte de eleitores.

A readequação das diretrizes eleitorais buscou garantir o acesso dessas populações aos locais de votação, conciliando a celeridade logística com a fiscalização necessária por parte dos tribunais regionais.

Fonte: Metro1

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