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Março amarelo: a cólica incapacitante é um dos principais sintomas da endometriose

Recomendação da Secretaria Municipal de Saúde é que a consulta seja feita logo após a primeira menstruação

Quando é o momento certo para consultar um ginecologista? É normal sentir cólica? Essas são algumas das dúvidas mais comuns entre meninas e mulheres adultas. A recomendação da Secretaria Municipal de Saúde é que a consulta seja feita logo após a primeira menstruação.

O acompanhamento médico desde a adolescência pode ajudar a evitar não só o sofrimento relacionado a gravidezes indesejadas, mas também problemas de saúde que afetam a rotina, como a endometriose.

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Além das fortes dores e complicações inflamatórias, essa doença crônica pode atrapalhar a vida sexual das mulheres causando desconforto durante a relação, dificuldades para engravidar e até infertilidade.

A ginecologista Renata Soraia destaca que, por muitos anos, as mulheres foram ensinadas a conviver com a dor, tratando-a como algo natural, o que atrasou a discussão sobre a doença, que tem ganhado notoriedade nos últimos anos.

“A gente sempre ouviu que ter cólica é uma coisa normal, comum, que quando casar passa, mas isso não é verdade. Precisamos investigar essa dor. A menina não pode deixar de ir pra escola, faltar aula, faltar trabalho porque não consegue se movimentar devido a dor”, frisou a especialista.

Entre os principais sintomas da endometriose estão as cólicas fortes e incapacitantes, o sangramento intenso e a irregularidade do período menstrual, dor na área da barriga e no momento de urinar, dor na hora da relação sexual, dor anal durante a menstruação, além da dificuldade para engravidar, mesmo após várias tentativas.

Por ser uma doença que é difícil diagnosticar, as consultas com o médico ginecologista são fundamentais para a identificação dos sintomas e a intervenção precoce. Na rede municipal, o atendimento pode ser agendado tanto nas Unidades de Saúde da Família (USFs) como na plataforma Feira Conectada. Para ambos, é necessário informar o número do cartão do SUS, documento de identificação com foto e guia de encaminhamento do médico clínico.

Reprodução/ Secom PMFS

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