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Mês da Mulher: Ginecologista aborda mitos relacionados a saúde feminina e dá recomendações

Na avaliação da especialista, assim que a mulher dá início a vida sexual, é importante realizar o exame preventivo

A chegada da menstruação é um sinal verde para agendar a primeira consulta ginecológica. No entanto, ao contrário do que muitos acreditam, não é necessário realizar exames, como o preventivo, nesse primeiro contato. 

Segundo a ginecologista Renata Soraia, a consulta inicial é o momento em que as adolescentes recebem orientações para evitar desconfortos, como cólicas, além de possibilitar o diagnóstico precoce de doenças e prevenir a gravidez indesejada.

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Na avaliação da especialista, assim que a mulher dá início a vida sexual, é importante realizar o exame preventivo, conhecido também como Papanicolau. Esse procedimento simples é um dos principais meios para detectar o câncer de colo útero de forma precoce.

“Durante as relações sexuais, a mulher se expõe ao vírus HPV, fator que traz a indicação para esse monitoramento. Mas quando se trata de meninas que nunca tiveram relações, esse exame não é necessário. Com os avanços da medicina, a combinação de consulta e exame nesse estágio inicial caiu em desuso”, explica Soraia.

Outro mito que a ginecologista afirma se deparar com frequência no consultório é a ideia de que a depilação está relacionada à higiene. Segundo ela, a decisão de manter ou não pelos na área íntima é uma questão de preferência pessoal, e não indica falta de limpeza.

Para Soraia, o que merece atenção é a presença de odores na região íntima. Ela afirma que cheiro fétido ou o que é comumente denominado de “cheiro de bacalhau” não é normal e pode indicar um problema de saúde que precisa ser investigado.

Ainda sobre a saúde íntima, a médica ressalta que estar em um relacionamento monogâmico- com apenas uma pessoa- não garante a proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). 

“Muitas mulheres se sentem seguras e acreditam que não precisam usar a camisinha por estarem com um parceiro fixo, mas é preciso ter cautela. Recomendo que, ao iniciar uma nova relação, o uso do preservativo e de outro método contraceptivo seja mantido até que ambos estejam seguros sobre a saúde um do outro”, enfatiza.

Já quando o assunto é menopausa — fase em que a mulher deixa de produzir óvulos e alguns hormônios —, Soraia reforça a importância da terapia de reposição hormonal e dos cuidados ao longo da vida. “A preparação começa cedo, com alimentação equilibrada, atividade física e atenção à saúde mental. Assim, as mudanças dessa fase são enfrentadas de forma mais tranquila”, destacou.

Reprodução/ Secom PMFS

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