Dark Mode Light Mode

TCU condiciona contas do Banco Central a caso Banco Master

Decisão da Segunda Câmara suspende temporariamente a análise anual enquanto investigações sobre o BRB seguem em andamento.
TCU condiciona aprovação das contas do BC a processos sobre o Banco Master TCU condiciona aprovação das contas do BC a processos sobre o Banco Master

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu condicionar a aprovação das contas anuais do Banco Central e de seus gestores ao desfecho de duas investigações que examinam a conduta da autarquia nos desdobramentos envolvendo o Banco Master. A medida foi validada na terça-feira (13) pela Segunda Câmara da Corte, com relatoria conduzida pelo ministro Jorge de Oliveira.

Impacto nas contas e relatoria

Durante a sessão, o relator acatou um parecer do Ministério Público junto ao TCU (MPTCU) que sugeria a paralisação momentânea da avaliação financeira até que o plenário conclua os julgamentos dos casos correlatos, atualmente sob a responsabilidade do ministro Jhonatan de Jesus. Tais apurações concentram-se no papel exercido pelo Banco Central durante as tratativas de aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB).

Cenário jurídico e Supremo

Até o momento, o plenário do tribunal não estabeleceu um cronograma oficial para a apreciação definitiva desses procedimentos. Paralelamente, o caso também esbarra no âmbito judicial, com menção a uma pendência no Supremo Tribunal Federal (STF) gerada por questionamentos da defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro a respeito da legitimidade de agentes públicos na condução das apurações do Banco Master.

Publicidade

Riscos de penalidades aos dirigentes

Antes da determinação da Segunda Câmara, a Unidade de Auditoria Especializada em Bancos Públicos e Reguladores Financeiros (AudBancos) havia emitido parecer favorável pela regularidade das contas da autoridade monetária, sem sugerir atrelamentos a investigações externas.

Caso o TCU venha a julgar as contas como irregulares ao final dos processos, a Corte possui prerrogativa para aplicar sanções financeiras, multar os diretores envolvidos e exigir o ressarcimento de eventuais danos ao erário. Em cenários de maior gravidade, as punições podem alcançar os responsáveis pela instituição, o que inclui o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

Fonte: Metro1

Keep Up to Date with the Most Important News

By pressing the Subscribe button, you confirm that you have read and are agreeing to our Privacy Policy and Terms of Use
Add a comment Add a comment

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Previous Post
Aos Fatos: fim da escala 6x1, disputa eleitoral e alerta de Drauzio Varella sobre exames no SUS

Senado aprova fim da escala 6x1 e reduz jornada semanal

Next Post
Fim da escala 6x1 será promulgado nesta sexta-feira por Davi Alcolumbre

Fim da escala 6x1 será promulgado nesta sexta-feira por Alcolumbre

Publicidade