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Diesel dispara e acumula alta de quase 24% em março após guerra no Oriente Médio

Valor médio do litro acumulou alta de 23,55% desde o início da guerra no Oriente Médio. ANP também registrou aumento na gasolina e no etanol nesta sexta-feira (27).
© José Cruz/Agência Brasil

O bolso do motorista e o custo do frete no Brasil seguem sob forte pressão. Impulsionado pela escalada do petróleo no mercado internacional, o preço do diesel registrou mais um aumento expressivo. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor médio do litro subiu 2,62% em apenas uma semana, batendo a marca de R$ 7,45.

O peso dessa alta no orçamento fica ainda mais evidente ao se observar o acumulado recente. Desde o início da guerra no Oriente Médio, o diesel já encareceu 23,55% no país. Para se ter uma ideia, no dia 28 de fevereiro, o combustível custava, em média, R$ 6,03.

Apesar do susto no mês, o ritmo de aumento apresentou uma leve desaceleração nos últimos dias, motivada pela estabilização do barril de petróleo na casa dos US$ 106 e pelas recentes articulações do governo federal.

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⛽ Raio-X dos combustíveis e variação regional

O levantamento da ANP mostrou uma enorme disparidade de preços do diesel pelo país, com a Bahia registrando o teto nacional da pesquisa:

  • Diesel: Preço máximo de R$ 9,35 em Porto Seguro (BA) e mínimo de R$ 5,47 em Mococa (SP).
  • Gasolina: Alta de 1,95% na semana, chegando ao preço médio de R$ 6,78 por litro.
  • Etanol: Avanço de 0,43%, com preço médio de R$ 4,72 por litro.

O encarecimento generalizado reflete o salto do petróleo no mercado externo, que disparou de cerca de US$ 60 para mais de US$ 112 no período analisado.


🔎 Impacto na economia e lupa do Cade

Como o diesel é a principal matriz energética para o transporte de cargas no Brasil, o seu encarecimento afeta o custo do frete e, consequentemente, pressiona os preços de produtos básicos ao longo de toda a cadeia produtiva.

Esse cenário gerou um movimento atípico nos postos de combustíveis. A elevação dos preços nas bombas, mesmo sem repasses ou reajustes imediatos nas refinarias da Petrobras, acendeu um alerta em Brasília. O caso já está sendo investigado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) após uma série de denúncias de possíveis práticas abusivas.

🛡️ As medidas do governo federal

Para tentar frear o avanço dos preços, evitar um possível desabastecimento e amortecer o impacto para o consumidor final, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou um pacote de ações que inclui:

  • Isenção de impostos: Zerar a cobrança de PIS/Cofins sobre o diesel, garantindo uma redução imediata de R$ 0,32 por litro.
  • Subsídio: Criação de um subsídio financeiro no mesmo valor (R$ 0,32) voltado para produtores e importadores.
  • Taxação externa: Aumento do imposto de exportação sobre o petróleo bruto.
  • Fiscalização: Reforço nas operações de controle para garantir que esses descontos cheguem, de fato, ao tanque do consumidor.

🛑 Direitos na hora de abastecer

Diante da instabilidade, o Procon orienta atenção redobrada nos postos. O preço exibido nas placas deve ser totalmente claro e não pode induzir o motorista ao erro (como destacar em letras garrafais um valor que só é válido para o pagamento em um aplicativo específico, por exemplo).

Em caso de suspeita de cobrança abusiva ou propaganda enganosa, o consumidor deve exigir a nota fiscal e registrar uma denúncia junto à ANP ou ao Procon local, que avaliará as margens praticadas pelo estabelecimento.

Redação

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